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23 de dez. de 2011

Evangelho e política combinam?

E, dizendo-o a Jotão, foi este, e pôs-se no cume do monte de Gerizim, e levantou a sua voz, e clamou, e disse-lhes: Ouvi-me a mim, cidadãos de Siquém, e Deus vos ouvirá a vós.
Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.
Porém a oliveira lhes disse: Deixaria eu a minha gordura, que Deus e os homens em mim prezam, e iria a labutar sobre as árvores?
Então, disseram as árvores à figueira: Vem tu e reina sobre nós.
Porém a figueira lhes disse: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto e iria labutar sobre as árvores?
Então, disseram as árvores à videira: Vem tu e reina sobre nós.
Porém a videira lhes disse: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, e iria labutar sobre as árvores?
Então, todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu e reina sobre nós.
E disse o espinheiro às árvores: Se, na verdade, me ungis rei sobre vós, vinde e confiai-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia fogo do espinheiro que consuma os cedros do Líbano.

Agora, pois, se é que em verdade e sinceridade procedestes, fazendo rei a Abimeleque, e se bem fizestes para com Jerubaal e para com a sua casa e se com ele usastes conforme o merecimento das suas mãos. Jz 9:7,16.
Quando conheci o evangelho, tudo que havia no mundo era pecado e proibido, tudo era do diabo e nós cristãos não podíamos fazer quase nada, foi difícil para eu aceitar o evangelho por todas estas coisas. Meu pastor em épocas de eleição incentivava aos irmãos a não votar ou votar em qualquer um, isto quando ele falava. Não se tinha dentro das igrejas uma consciência politizada porque  tudo era demoníaco. O tempo foi passando e as mentes dos líderes foram se abrindo (como muita dificuldade), mas a resistência ainda é grande. Quando a igreja era multada os irmãos diziam que era o diabo se levantando contra Jesus, ai eram feitas correntes de orações, os irmãos jejuavam para que Deus repreendesse aquele demônio que tinha usado um fiscal para aplicar a multa, mas nada disso adiantava, tinha que se pagar a multa e ponto final, não havia um defensor da igreja. Nos dias de hoje ainda temos uma resistência de alguns poucos pastores, porque a liderança já se conscientizou que a política é mais um canal que Deus pode usar em favor do seu reino. Tenho falado muito de política nos últimos tempos porque precisamos ter representantes nossos ali para que leis que possam vir a denigrir o evangelho de Cristo não sejam votadas. Até mesmo os mais arcaicos hoje já se convenceram que a política é um instrumento de Deus para abençoar o povo Dele. Vemos hoje senadores, deputados, vereadores e até prefeitos que são evangélicos e foram colocados ali pelo povo da igreja que se uniu e votou neste, até então candidato ao cargo eletivo, e ele trabalha para o reino de Deus. Quando o inferno se levantou e fez com que uma deputada do PT fizesse uma proposta de lei que diminuía a atuação da igreja, retirava direitos dos cidadãos de bem e o transferia para os homossexuais, a bancada evangélica liderada por alguns pastores que também são deputados se levantou contra e conseguiu barrar este projeto de lei intitulado PL 122/06. Ai não contente o governo federal na pessoa do ministro da justiça na época, criou uma coisa um pouco pior que é PNDH3 (Plano Nacional de Direitos Humanos 3) que em um de seus artigos fala sobre a igreja, dizendo que não se pode mais (a partir da promulgação deste projeto) se fazer pregações em praças públicas, que as igrejas tem de fazer sua liturgia de portas fechadas para não incomodar outras pessoas, que deve haver um controle sobre o que é arrecadado dentro das igrejas para se evitar evasão de divisas, entre outros. Irmãos, isto sim é do diabo e deve ser combatido, além de orar, o cristão tem de colocar nas casas parlamentares, nas prefeituras, nos governos em todas as esferas, pessoas comprometidas com as coisas de Deus para que se evite abusos, não queremos mais direitos que outras pessoas, só queremos ter o direito de poder pregar a palavra do Senhor com liberdade. O Brasil hoje esta sendo dirigido por pessoas que não tem compromisso com as coisas do evangelho, estamos sendo dirigidos pelo diabo, estamos sendo reinados pelo espinheiro e temos que rastejar e nos humilhar para fazer qualquer coisa, qualquer concentração que quisermos fazer em um local público somos obrigados a fazer muito mais do que outros grupos precisam, as exigências para nós evangélicos são maiores do que por exemplo; para um cantor mundano. Tudo para nós é mais difícil, é mais rigoroso e mais demorado, assim como cada classe social tenha o direito de poder expressar seus pensamentos, tenho sempre em mente às palavras do pastor Martin Luther King que dizia; o pior não é o alarido dos maus, mas o silêncio dos bons. A partir do momento em nos calarmos, estaremos deixando que outros falem em nosso lugar, ou falem por nós.

Que a graça e a paz do Senhor Jesus Cristo esteja em sua vida por todos os dias.

Pr. Jorge Rodrigues

19 de dez. de 2011

Os novos centros da Fé

Jesus Cristo disse aos apóstolos, segundo o Evangelho de Mateus: “...E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. Inspirados nessa passagem da Bíblia, há 1.600 anos os cristãos começaram a erguer templos para louvar a Deus. No começo, eram simples e pequenos; no Renascimento, esculturas e pinturas de mestres como Michelangelo e Ticiano fizeram das igrejas palcos da grandiosidade do talento do homem; no século XX, os templos católicos perderam esses adereços litúrgicos e parte relevante de sua frequência. Agora, na primeira década do século XXI, as igrejas de todas as denominações cresceram.
Ganharam capacidade de reunir, de uma única vez, dezenas de milhares de fiéis – a despeito de inovações como a televisão, o rádio e a internet, que tornaram os líderes das igrejas famosos e inventaram o exercício remoto e quase impessoal da fé.
Ao custo de centenas de milhões de reais, os megatemplos se multiplicam nas grandes cidades brasileiras e atraem multidões antes vistas apenas em shows e jogos de futebol. Como exibição de fé, são verdadeiros monumentos a atestar o vigor do cristianismo brasileiro. Do ponto de vista social, testemunham o enorme desejo de participar que anima as multidões de fiéis.
Se Deus está presente onde duas ou três pessoas se reúnem em nome Dele, como diz a Bíblia, os fiéis imaginam que sua presença será ainda mais intensa quando se reúnem 30 mil, 50 mil, 150 mil pessoas.
Megatemplos são construídos em todo o país e por várias religiões: a Igreja Católica inaugurará em 2012 o Santuário Mãe de Deus, para 100 mil pessoas, em São Paulo. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Catedral Cristo Rei vai abrigar até 25 mil pessoas quando for consagrada, em três anos. Entre os evangélicos, várias denominações prometem inaugurar suas megaconstruções. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, a Igreja Mundial do Poder de Deus planeja construir a Cidade de Deus, para 150 mil pessoas.
No Recife, a Assembleia de Deus conclui o projeto de um templo para 30 mil pessoas. Em Belo Horizonte, a Igreja Batista de Lagoinha planeja acolher num mesmo teto 35 mil pessoas. “Os brasileiros têm necessidade de grandes basílicas e catedrais, de lugares grandes para congregar e orar”, diz o padre Marcelo Rossi, criador do Santuário Mãe de Deus.
O fenômeno é mundial e multirreligioso. Estados Unidos, Coreia do Sul e Guatemala têm grandes templos. Na Nigéria, a Winners Chapel (Capela dos Vencedores) acolhe 250 mil fiéis.
No islamismo, a ideia de que a multidão amplifica a experiência religiosa é antiga. “Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior do que a oração individual”, afirma o xeque Jihad Hassan, presidente do Conselho de Ética da União Nacional Islâmica, em São Paulo. Por isso, as principais mesquitas do mundo árabe, em Meca e Medina, estão frequentemente em obras de ampliação.
A Mesquita do Profeta, em Medina, na Arábia Saudita, foi aberta no ano 622 com capacidade para centenas de fiéis – adequada à população da cidade, que girava em torno de 2 mil pessoas. Hoje, Medina tem uma população de quase 2 milhões de pessoas, e a mesquita pode abrigar 1 milhão de fiéis.
No mundo cristão, o fenômeno dos templos multitudinários teve início na década de 1970, como reflexo da popularização das igrejas evangélicas. No Brasil, começou nos anos 1980, quando as igrejas evangélicas passaram a comprar grandes salas de cinema abandonadas, com capacidade para até 2 mil pessoas. Dez anos depois, surgiram edifícios religiosos como a Catedral Mundial da Fé, sede da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio de Janeiro, que abriga 15 mil fiéis, sem contar no megatempo que a igreja esta construindo em São Paulo, O Templo de Salomão que deve abrigar 70 mil pessoas e ficará pronto em 2015, podendo virar até uma atração turística da cidade.
A Igreja Católica, representada por seu ramo carismático, reagiu – dentro de suas tradições arquitetônicas. “Um espaço que leve à reflexão não pode ser confundido com um auditório ou ginásio. Um local profano pode acomodar as pessoas, mas não ajuda na experiência religiosa”, diz o arquiteto Ruy Ohtake, autor do projeto do Santuário Mãe de Deus.
A construção do templo é financiada pelo padre Marcelo Rossi com o dinheiro de doações e da venda do CD e do livro Ágape (publicado pela Editora Globo), que, juntos, já venderam 9 milhões de exemplares.

Fonte: Revista Época

18 de dez. de 2011

Abaixo assinado que pede retratação de Jô Soares já contém 13 mil assinaturas

Um abaixo-assinado na internet
(http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N17128), com 13 mil assinaturas, pede que Jô Soares se desculpe por ter feito piada com a Bíblia no programa de 17 de novembro.
Na ocasião, foi exibido um documentário no qual um entrevistado disse que o grupo Novos Baianos utilizava as páginas da Bíblia para fazer cigarros de maconha. Jô comentou que a Bíblia tem “mil e uma utilidades”.
O pastor Renê de Araújo Terra Nova, do Ministério Internacional da Restauração, é o autor do abaixo-assinado. “Repudiamos as declarações apresentadas no Programa do Jô, veiculado no dia 17 de Novembro de 2011, sobre o fato de fumar maconha com as páginas da Bíblia”, diz o documento.
A Folha procurou a Globo: “Evidentemente, não foi um comentário ofensivo, mas é assustadora toda iniciativa contra a liberdade de expressão”, disse a assessoria da emissora.

Fonte: Folha de São Paulo

14 de dez. de 2011

Nepotismo pastoral, indescência eclesiástica

Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos. Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes, mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público. Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido. Prática tão nefasta no serviço público que vem ganhando contornos de espiritualidade no meio cristão. Observo cada vez mais pastores praticando o nepotismo descaradamente. Fazem do ministério um meio de empregar seus filhos e parentes mais próximos. Vejo que o ministério pastoral virou um meio não um ideal de vida. Para tentar ter domínio sobre uma igreja consagra-se grande número de parentes e sem o menor constrangimento. Filhos de pastores que nunca souberam o que é trabalhar por uma hora sequer são consagrados a pastores para suceder seus pais quando estes deixarem o ministério. Muitas vezes filhos de pastores que possuem um passado conturbado, profano que precisa ser escondido de qualquer maneira, assumem púlpitos com ares de santidade e vasto conhecimento. Assumem igrejas de portes razoáveis e dizem que Deus os chamou para o ministério. Irmãos, sobrinhos, genros e o que mais aparecer assumem a liderança da obra de Deus sem ao menos terem sido provados pela vida, igreja e por Deus. Se as igrejas fossem consultadas sobre tais consagrações nunca teriam aprovado tais atos. Muitos consagram seus filhos e parentes ao ministério pastoral como se fosse um negócio que passasse de pai para filho. Tratam a sucessão pastoral como se fosse coisa hereditária. Isso não é dinastia onde os sucessores pertencem à mesma família. Tenho visto pastores chegando ao fim de suas vidas como Eli chegou ao fim da sua. Filhos que levam o povo de Deus ao erro e ao escândalo são alçados às lideranças e os pais com medo de submeterem a Deus a sucessão pastoral, usam do poder que lhes foi conferido para calar a voz da comunidade e da Bíblia. Sujeitam o povo de Deus a lideranças descaracterizadas e rudes e se esquecem que o Senhor é o Sumo Pastor. Não sou contra filho de pastor receber chamado ministerial. Sou contra essa tendência pernóstica que infiltrou no seio da igreja. Tal filho tendo um chamado ministerial que curse uma universidade, depois faça um mestrado e em seguida uma boa faculdade teológica. Que preencha os requisitos de I Timóteo e Tito, que não seja neófito, quem goze de bom testemunho dos de fora e a igreja local, em sua maioria, reconheça tal chamado. Anos atrás encontrei um pastor que havia cursado comigo o mesmo seminário. Ele me disse que havia insistido com seu filho para estudar e trabalhar, mas que o rapaz se recusava. Como última alternativa ele disse para o rapaz: “então vá ser pastor”. Logo em seguida me perguntou o que eu achava disso. Eu lhe respondi do jeito que a coisa veio: “Seu filho é tão desqualificado quanto você. Tal pai tal filho”. Virou mania no meio evangélico pastores dizer que existe uma unção especial sobre filhos de pastor. Outro dia, em uma reunião da ordem de pastores que freqüento, um pastor disse que Deus lhe havia dado uma revelação que todo filho de pastor era pastor. Nunca ouvi tal atrocidade como aquela. Revelações esdrúxulas e carnais como estas somente atrapalham o meio cristão. Tais revelações passam por cima da Revelação da Palavra. Filho de pastor que não for alcançado pela graça de Deus perecerá como perece o ímpio. Alguém já disse no passado: “Deus não tem netos, somente filhos”. Mas que o Senhor se apiede de nós pastores e nos dê a graça de conduzir nossos filhos ao pleno conhecimento de Cristo. Que a igreja possa se submeter ao soberano Senhor e aceitar suas decisões. Que nós pastores sejamos mais fieis no trato das coisas de Deus. Em Cristo que não faz acepção de pessoas.

Soli Deo Glória

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

23 de nov. de 2011

DEUS NÃO ERRA

Em um tempo distante havia um rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha um servo que em todas as sitações lhe dizia: meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é bom e perfeito. Ele não erra!
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei, o servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da direita.
Furioso pela perda do dedo e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse:
seu Deus é bom? Se fosse bom mesmo eu não teria sido atacado por esta fera e não teria perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu: meu rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; Ele sabe de todas as coisas e o porquê tudo isto aconteceu. O que Deus faz é perfeito. ELE NUNCA ERRA!
Indignado com a resposta do seu servo, o rei mandou prende-lô.
Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos. Já no altar, pronto para ser sacrificado, os selvagens perceberam que o sacrifício era defeituoso, lhe faltava um dedo, por este motivo o soltaram de volta na floresta.
Ao voltar para o palácio, o rei mandou que libertassem o servo e o trouxessem a sua presença, o monarca o recebeu afetuosamente. Meu caro, Deus realmente foi bom para comigo, eu escapei de ser sacrificado por selvagens, justamente por não ter um dos dedos da minha mão! Mas eu tenho uma dúvida: se Deus é tão bom, por que permitiu que você, um servo fiel, fosse preso?
Meu rei, se eu estivesse com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois eu não tenho defeito algum. Por isso lembre-se: tudo que Deus faz é perfeito. ELE NUNCA ERRA! Muitas vezes nós nos queixamos da vida e do que Deus tem nos dado ou até por aquilo que não nos deu, aparentemente tudo aquilo que acontece parece ruim, esquecemos de que nada acontece por acaso e que tudo tem um propósito definido.
Todas as manhãs Deus oferece o seu dia para nós e nós também devemos oferecer a nossa gratidão por Ele nos manter vivos, peça para inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos apaziguar os seus pensamentos e nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!!

6 de out. de 2011

Escolhi (não) esperar: jovens cristãos fazem cada vez mais sexo

Quem ama espera, certo? Ao que parece, isso nem sempre é verdade. A edição de outubro-novembro da revista evangélica Relevant afirma que cristãos norte-americanos solteiros fazem sexo antes do casamento quase com a mesma frequência que os não-cristãos.
O artigo, que tem como manchete a frase “(Quase) Todo mundo já está fazendo”, citou vários estudos que analisam a atividade sexual dos jovens evangélicos. Uma das maiores surpresas foi um estudo de dezembro 2009, realizado pela Campanha Nacional de Prevenção à Gravidez adolescente e não planejada, que incluía informações sobre a atividade sexual.
Mesmo que o estudo não tenha como foco a questão religiosa dos entrevistados, algumas análises adicionais sobre a atividade sexual e a identificação religiosa chamam a atenção. Por exemplo: 80% dos solteiros evangélicos entre 18 e 29 anos afirmaram que já tiveram relações sexuais. Quase o mesmo percentual que os 88% de solteiros adultos não evangélicos, segundo a organização de prevenção à gravidez adolescente.
O artigo destaca os desafios que enfrentam os movimentos de abstinência como o “Quem ama, espera” que alguns anos atrás ficou famoso ao encorajar os adolescentes cristãos a usar “anéis de pureza” como sinal da promessa de se manter castos até o casamento.
No entanto, muitos destes jovens cristãos acabaram esquecendo de seus compromissos de pureza, afirma o artigo da Relevant. Seu autor, Tyler Charles conversou com pessoas como “Mary”, uma evangélica que afirmava realmente desejar esperar até o casamento para ter relações sexuais. Mas ela começou a se envolver sexualmente com seu namorado durante a faculdade, com quase 20 anos, porque sabia que quase todo mundo, inclusive a maioria de seus amigos cristãos, tinha uma vida sexual ativa.
Ela afirma: “Parecia que todos que eu conhecia, os mais velhos e os mais jovens já tinham transado. Na verdade, esperei até mais tempo que a maioria das pessoas que conhecia, incluindo minhas duas irmãs, pois somos todos cristãos e viemos de um bom lar evangélico”.
A revista ainda teoriza sobre por que é tão difícil para muitos jovens cristãos esperarem. Possíveis respostas incluem a saturação do sexo na cultura popular, a prevalência da pornografia e a popular filosofia de vida “faça tudo o que lhe fizer bem”.
A Relevant levanta ainda algo que raramente vem à tona nas discussões sobre os movimento de abstinência: nos tempos bíblicos, as pessoas se casavam antes. A média de idade para o casamento hoje é muito alta. Não é difícil encontrar um cristão solteiro na casa dos 30 ou até dos 40 anos.
Co-autor de “O Credo de Jesus”, Scott McKnight reconhece que jovens cristãos solteiros enfrentam tentações que as pessoas que viveram nos tempos bíblicos não conheceram. Ele explica: “Sociologicamente falando, a grande diferença – ela é monstruosa – entre o ensino bíblico e a nossa cultura é que os casamentos eram arranjados quando as pessoas eram muito jovens. Se você se casar quando tiver 13 anos não precisará passar por 15 anos de tentação”.
Fonte: PavaBlog
Via: 6R.com.br

Vencer as lutas da vida

Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração. Rm12:12.
Muitas vezes perdemos a batalha contra a persistência porque cremos que precisamos vencer o primeiro embate. Mas a luta não acaba na primeira derrota, nem na segunda, nem na terceira... Ela só terminará quando experimentarmos a vitória! Não podemos desistir na primeira queda, nem na primeira frustração, nem na primeira decepção. Precisamos nos levantar, nos encher de esperança e coragem, de otimismo e fé. Mesmo que a tempestade nos apresente muitos dias de raios e trovoadas, devemos confiar que, mais adiante, o sol estará novamente brilhando.
Cada corrida rumo a uma conquista nos fortalece e edifica. Nossos músculos espirituais irão adquirir resistência, nossa confiança se renovará nosso relacionamento com Deus se tornará mais íntimo, o júbilo de nossos corações aumentará mais e mais. Cada percurso dessas corridas é diferente um do outro. Alguns são simples, outros sinuosos, uns são curtos, outros longos, em alguns temos companhia, em outros seguimos sozinhos.
Porém, em todos eles podemos contar com a ajuda do Senhor. Ele estará ao nosso lado para nos amparar nas quedas, para nos consolar nas frustrações, para nos estimular em momentos de desânimo, para nos encorajar quando a angústia nos deixar abatidos, para aplaudir e nos abraçar quando cruzarmos a linha da vitória final.
Se você se encontra desconsolado por perder uma corrida, ou duas, anime-se! Continue mais. Você é mais do que vencedor e com certeza o Senhor Jesus esteja apenas esperando que sua vida se torne forte o suficiente para vencer a maior de todas as corridas.
Se Ele pretende lhe dar uma grande vitória, primeiro lhe preparará para isso. Ele sempre exige mais daqueles a quem deseja abençoar muito. Certamente você é uma dessas pessoas de quem Ele espera grandes coisas. Persevere... Sua vitória será grandiosa!

A paz de Cristo!

Pr. Jorge Rodrigues

2 de set. de 2011

Pastor Silas Malafaia concede entrevista a Revista Época da Globo e diz que amaria seu filho se ele fosse gay

No ano passado, quando a campanha política pela Presidência da República enveredou para uma discussão sobre fé e aborto, o pastor evangélico Silas Malafaia virou uma espécie de pivô da disputa eleitoral. Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, Malafaia apoiou a candidatura da também evangélica Marina Silva até a véspera do primeiro turno. Quando Marina estava em seu melhor momento, Malafaia abandonou-a e passou a pedir votos para o tucano José Serra, segundo ele mais firme que Marina na oposição ao aborto. Serra perdeu a eleição, mas Malafaia não perdeu os holofotes. Poucos meses após a posse da presidente Dilma Rousseff, ele passou a liderar uma cruzada contra o projeto de lei que pretende criminalizar a homofobia. Loquaz e provocador, usa seus programas de rádio e TV para combater a proposta quase que diariamente. Nesta entrevista, ele critica a Igreja Universal, diz que os políticos não poderão mais esconder suas crenças e tenta explicar sua posição sobre a homossexualidade.
ÉPOCA – O senhor é pastor da Assembléia de Deus, mas, diferentemente de outros líderes evangélicos, é muito ouvido por fiéis de outras denominações. Qual é a diferença?
Silas Malafaia – Estou na TV há 29 anos ininterruptos e nunca fiz programas para a Assembléia de Deus. Então, o pessoal me codifica como um pregador. Faço um programa interdenominacional. Sempre trabalhei como uma voz apologética em defesa da fé. Por causa disso, acabei conquistando espaço entre outros segmentos. Hoje, existem quatro pastores em rede nacional: Edir Macedo, da Universal, R.R. Soares, da Internacional da Graça, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e eu. Sou o único que sempre fiz programa para todo mundo. Não porque sou bom. É porque não tem espaço, amigo.
As igrejas evangélicas ainda têm uma imagem muito estigmatizada entre os não evangélicos. Por que, em sua opinião?
Isso mudou muito, irmão. Hoje, essa história de imagem estigmatizada é cafezinho. Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na televisão, nos jornais. Era só cacete em cima de pastor. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista…
O senhor acha que alguns líderes evangélicos ajudaram a criar essa imagem estigmatizada?
É aquela história de perdas e ganhos que todo segmento social sofre. Algumas atitudes fizeram a gente perder, outras fizeram ganhar. Tome o exemplo da Universal e do Edir Macedo. Ele ajudou em algumas coisas e prejudicou em outras. Ele é um cara que fez a igreja evangélica despertar para um evangelismo ousado, igreja aberta o tempo todo. Antes, as igrejas evangélicas abriam duas vezes por semana à noite. O Macedo é que arrebentou com isso, entende? O lado ruim da coisa é o sincretismo.
Qual é sua relação com o bispo Edir Macedo?
A Bíblia tem um texto que diz assim: “Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo?”. Eu já ajudei o Macedo quando ele foi preso, mas eles são separatistas, só veem o lado deles. Então, não me presto a andar com uma pessoa que só quer andar com mão única para ela. Sou a favor de mão dupla: para lá e para cá, entende? O Macedo está isolado, todo mundo sabe. Eles só são evangélicos para os outros quando estão com dor de barriga, quando o pau está quebrando em cima deles ou então por interesse político. A comunidade evangélica está madura e não se presta mais a isso.
Nos bastidores, circulou a notícia de que o senhor estaria apoiando o PSD, o partido que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer construir. Procede?

Amigo, não apoio partido nenhum. Apoio pessoas. Meu irmão (o deputado estadual Samuel Malafaia, do PR-RJ) está querendo ir para lá (o PSD), mas isso é problema dele.

Qual é sua opinião sobre Kassab?
Nada a falar contra ele.
Mas, no passado, o senhor já se desentendeu com ele…
Eu o critiquei quando ele fechou uma igreja evangélica do apóstolo Valdemiro Santiago. Ser amigo ou respeitar alguém não significa ser capacho ou concordar com tudo o que essa pessoa faça.
Na eleição presidencial do ano passado, o senhor apoiou Marina Silva no início. Ainda no primeiro turno, passou a pedir voto para o José Serra. Por que mudou de lado?
Pior do que um ímpio é um cristão que dissimula. A Marina, membro da Assembléia de Deus, sabe que, como uma pessoa de fé, não pode negociar sobre questões de aborto nem de homossexualismo. Ela era contra o aborto, mas por que dizia que faria um plebiscito? Ela quis dar de bacana, jogar para a galera, e eu falei não. Qualquer um podia fazer aquilo, menos ela, por suas convicções de fé.
Por que o José Serra?
Acredito que tinha de me posicionar. Naquele momento, o Serra era o mais adequado para isso. Ele mantinha uma posição firme sobre aborto, que foi o grande debate da campanha desde lá atrás. A Dilma dissimulou a história. Ela se posicionou a favor do aborto para a revista Marie Claire, depois mudou o discurso. O único que se coadunava com meus valores e crenças era o Serra.
Em sua opinião, o debate de questões religiosas deverá se repetir nas próximas disputas eleitorais?
É lógico. Amigo, hoje em dia governante vai ter de dizer em que princípios acredita. Vai ter de botar a cara, porque a comunidade evangélica está bem esperta, madura. Não vai dar para ficar em cima do muro. Não queremos que nenhum político tenha a idéia de que lutamos por uma República evangélica e que, por isso, ele tem de abraçar nossos princípios e mandar todo o mundo às favas. Não estou dizendo também que o cara, para ter apoio dos evangélicos, tem de odiar os homossexuais. Não é radicalismo imbecil e idiota. Se um governante apoiar leis que privilegiam homossexuais em detrimento da sociedade, vamos cair em cima. Hoje, sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia. E, se abrir a boca para dizer que apóia o aborto, vai ficar feio também.

O que é, em sua opinião, a homossexualidade?
O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.
Por que o comportamento homossexual se desenvolve?
A Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.
É possível alguém deixar de ser homossexual?

Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo… Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.
E como se dá essa reversão?
Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.
Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais?
Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.
Os ativistas homossexuais são heterofóbicos?
Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.
O que fazer com o comportamento homossexual?
O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem-me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.
O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)?
Você vai ver o Jair Bolsonaro nas próximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.
Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay?

Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.

24 de ago. de 2011

Igreja funciona dentro de boate na rua Augusta em São Paulo

Rua Augusta, 486. Às 3h de umas sábado, dezenas de pessoas se aglomeram em frente ao Clube Outs, uma das muitas casas noturnas da região.
Para entrar, é preciso enfrentar seguranças engravatados e desembolsar R$ 20. Lá dentro, flanelados, tatuados e emos dançam hits da música pop dos anos 1980 e 90.
No dia seguinte, por volta das 18h, a casa continua a mil. Mas as portas estão abertas a qualquer um. Sob a luz de holofotes, uma banda anima um público jovem. Num telão, letras de músicas sobre louvor e compaixão. No bar, as garrafas de Smirnoff e Heineken permanecem intocadas.
O show termina, e Junior Souza, 37, surge. Veste uma camiseta preta estampada com o símbolo matemático que representa o “diferente”, tem o antebraço tatuado e brinco na orelha.
Dá alguns avisos, indica o lugar onde fica a caixinha de contribuições e anuncia pelo microfone: “Agora a gente vai fazer um intervalo e já continua o culto, beleza?”.
A pausa serve para que os fiéis da Capital Augusta possam trocar ideias. A Capital, como os habitués a ela se referem, é uma igreja protestante, fundada em 2009 pelo pastor Junior. O grupo inicial era formado por músicos, designers e gente que “já vivia a vida da Augusta”, segundo o pastor, que é professor de inglês e dá aulas na Faculdade Teológica Metodista Livre.
Quando o intervalo termina, Junior, de frente para um laptop, começa a ler um versículo da Bíblia. Carismático, ele às vezes quebra a leitura e traduz um trecho sagrado para uma fala informal.
A maioria dos presentes ainda não chegou aos 30 anos. São jovens antenados, que compartilham sua fé no Facebook e no Twitter. No site da igreja, são disponibilizados podcasts religiosos.
Dono de um corpo tatuado, o skatista e publicitário Bidu Oliveira, 20, diz que sofreu preconceito em outras igrejas e ali encontrou uma comunidade. “O foco aqui é Jesus”, justifica.
A Capital permite a ingestão de bebidas alcoólicas, desde que com moderação. Sexo, melhor dentro do casamento. “O projeto ideal é a castidade, mas, se não é essa a sua realidade, vamos seguir o caminho da reparação”, aponta o pastor. Gays são bem-vindos. “Na Augusta, é natural que eles frequentem. Nosso slogan é: ‘Proibido Pessoas Perfeitas’.”
Além do culto no Outs, há reuniões semanais nas casas dos integrantes. “Ali dividimos as alegrias e frustrações da vida em SP”, diz Junior, um paranaense de Assis Chateaubriand.
Antes de chegar à capital, ele era ligado, no interior, a uma igreja Vineyard, associação criada na Califórnia dos anos 1970. Não gosta de ser chamado de evangélico. “Tenho vergonha do que esse termo se tornou no Brasil”, confessa.
O aluguel do imóvel na Augusta é bancado por 12 pessoas da liderança da Capital. O dinheiro das doações, segundo o pastor, vai para missões religiosas e outras instituições. Valentim Van der Meer, promoter da boate, diz que aceitou alugar o espaço por simpatizar com a igreja. “É o mesmo público que frequenta o Outs na balada.”
Por volta das 21h, o culto termina ao som de Metallica. Por uma coincidência irônica que só uma rua tão augusta pode permitir, a poucos metros dali, no número 501, fica o Inferno Club. “É legal ter uma igreja na porta do inferno, mas, infelizmente, ele não está acessível. Eles cobram o dobro do aluguel daqui”, diz o pastor, rindo.

Fonte: Folha (via Pavablog )

http://bulevoador.haaan.com/2011/08/25993/
Certo ou errado? Deus esta neste projeto?
São perguntas que não posso responder, só que Deus usa cada um conforme o seu querer. Quem for contra, atire a primeira pedra.

18 de jun. de 2011

Porquê sou contra o PL 122/06 (2ª mensagem)

Continuo nesta mensagem a expor minha indignação contra o PL 122/06 que não é prejudicial apenas aos cristãos, mas também a todos os não homossexuais, a fim de transformá-los em uma sociedade com privilégios nunca antes visto. Lembro por esse artigo que a nossa luta não é contra a lei, mas contra parte dela, ao dar aos homossexuais privilégios que nem o Presidente da República tem.
Art. 4º-A; Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta:
Pena: reclusão de 2 a 5 anos.
Então nenhum homossexual poderá ser mandado embora do serviço, porque ele pode alegar na justiça que foi despedido por discriminação e seu ex-patrão poder ir pra cadeia, mesmo que o indivíduo seja mandado embora por incompetência ele pode entrar na justiça alegando discriminação.
Art. 7º-A Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade:
Pena: reclusão de 2 a 5 anos.
Que absurdo, não somos todos iguais perante a lei. A interpretação da lei deve beneficiar alguém, então a outra parte já sai perdendo, tirando as crianças que realmente devem ser favorecidas em uma interpretação da lei, mais ninguém deve ter tal benefício.
Sei que é necessário cuidar das pessoas. Eu sou ABSOLUTAMENTE CONTRA qualquer tipo de agressão física a qualquer pessoa e nisto se incluem os homossexuais. Não acredito que eles possam sofrer mais do que qualquer cidadão comum, somente por causa de sua opção sexual, mas também entendo que eles não podem se tornar especiais por causa de sua opção sexual, eles devem ter e têm, os mesmos direitos que eu tenho, não mais direitos do que eu.
Pr. Jorge Rodrigues