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14 de jan. de 2012

Entrevista com Gabriel Chalita “Quem assume cargo de prefeito não pode governar para religião"

Queridinho do vice-presidente Michel Temer, o deputado Gabriel Chalita é a esperança do PMDB de conquistar a prefeitura de São Paulo. Aos 42 anos, Chalita é professor universitário, já foi secretário paulista de Educação e publicou 63 livros. 

Embora seja católico devoto, Chalita garante que contemplará o eleitorado não identificado com religião. “Quem assume um cargo da importância do cargo do prefeito de São Paulo não pode governar para uma ou para outra religião, tem que governar para o povo todo”, disse à jornalista Teresa Perosa.

ENTREVISTA COM O CANDIDATO: Gabriel Chalita (PMDB)

O senhor continua sendo assediado para que desista da candidatura em favor de Fernando Haddad, do PT.  Um ministério  lhe foi oferecido. Ainda existe alguma possibilidade de o senhor deixar o páreo? Minha candidatura não pertence a mim apenas. Pertence ao PMDB e a São Paulo. Realizamos uma grande quantidade de filiações na capital de pré-candidatos a vereador. 
Estamos fazendo reuniões nos diretórios do PMDB desde dezembro. Para nós, essa discussão de desistência  é coisa do passado. Ninguém nem do PMDB nacional ou municipal imagina que haja qualquer possibilidade de abrir mão da candidatura.

A primeira pesquisa de intenção de votos coloca a maioria dos pré-candidatos com números iguais, ao redor dos 6%. Como o senhor avalia suas chances de vencer as eleições? Eu sou bem conhecido por 10 % da população, segundo o Datafolha, e tenho 6% de intenções de voto. Isso é fantástico. Mostra que as pessoas que me conhecem acham que eu tenho condições de ser um bom prefeito para São Paulo. Tenho uma rejeição muito baixa. 
O grande desafio é ir crescendo aos poucos, quando começa mesmo a campanha eleitoral. Temos um bom projeto, temos um partido grande e tenho experiência como gestor. Então, as chances são muito grandes.

Sua principal bandeira política é a educação. Quais são suas propostas? Eu chamo atenção para três projetos básicos. O primeiro é uma ampla revitalização do centro de São Paulo, que vai desde o Brás até a Barra Funda, copiando um pouco do que o mundo fez com as suas capitais. O segundo é a construção de uma cidade virtual. São Paulo tem na área privada uma gestão muito eficiente, mas na área pública isso está engatinhando ainda. 
Temos que construir uma cidade virtual, tecnológica, na qual a população possa reclamar dos problemas por torpedo, agilizar processos de alvará, numa ação conjunta para que as empresas tenham uma facilidade maior de ocupação aqui. Um terceiro ponto seria o cuidado com as áreas sociais. São Paulo tem uma saúde caótica, ela vai muito mal e a parte da informatização vale para essa área também. 
Quanto à educação, você não pode ser a cidade mais rica da América Latina com 160 mil crianças em fila de espera para creche. É claro que entrarão outras coisas, como a mobilidade urbana, que é um grande problema para cidade. Não é só uma questão de trânsito e transporte, mas também de desenho da cidade. 
O plano-diretor deveria atuar intensamente nisso. Quanto menos as pessoas tiverem que se deslocar, melhor qualidade de vida elas terão. A área da educação vai entrar, mas não será a única bandeira.

Como você avalia a gestão do prefeito Gilberto Kassab? Eu acho que o povo vem avaliando mal. Ele começou bem, no seu primeiro mandato, imaginávamos que seria um prefeito cuidadoso com a cidade. Num primeiro momento, toda cidade se uniu no “Cidade Limpa”. Houve uma mobilização popular para ajudar a cidade a ser mais bem cuidada. Depois, Kassab mudou os objetivos e acabou abandonando um pouco a cidade. A prefeitura está sem projeto.

Como a prefeitura pode atuar em termos de segurança? A violência se propagada no caos. Não é só um problema de responsabilidade do Estado. A organização da cidade cabe ao município. Iluminação por exemplo é um problema seríssimo em São Paulo. 
Numa cidade bem iluminada, com poucos terrenos baldios e espaços de desocupação, há tendência de ela ser mais segura. No caso específico da Cracolândia, por exemplo, eu acho que o equívoco é a inexistência real de leitos para internação de viciados. 
A prefeitura poderia estabelecer convênios com comunidades terapêuticas. Em Minas Gerais, a Aliança Pró Vida, por exemplo, é um projeto em que você dá para mãe um cartão para que ela busque um local de internação para seu filho viciado em crack. Espalhar viciado não resolve.
Precisa ter uma medida policial para coibir a ação do traficante com certeza, mas também de recuperação dessas pessoas, e isso não vem acontecendo. Nem com moradores de rua. São Paulo é uma cidade com 11,5 milhões de habitantes e tem 12 mil moradores de rua, o que não é um número tão elevado. Mas existem poucas alternativas de inclusão social desse morador. É o abandono da cidade que se reverte em vários aspectos.

Sua imagem está bastante associada ao catolicismo. Como pretende ganhar o eleitorado que não se identifica com a Igreja Católica? Nunca fui um católico fundamentalista. Sou católico praticante, mas nunca fui sectário, nunca tive preconceito com nenhuma religião. 
Quando fui secretário da educação, mantive um amplo diálogo com outras religiões para construir um projeto de ensino religioso que priorizasse valores. Então todas as religiões se sentiram contempladas. Eu tenho um diálogo muito tranquilo com as outras religiões. 
Não misturo as coisas. Tenho absoluta consciência que o Estado é laico, a Constituição determina isso, e alguém que assume um cargo da importância do cargo de prefeito de São Paulo, não pode governar para uma ou para outra religião, tem que governar para o povo todo.

Teresa Perosa (foto: Alex Silva/AE)

Fonte: época online 14/01/12

Apóstolo Valdomiro afirma que Jesus não é sempiterno e que foi criado por Deus

Copiado de blog do Renato Vargens


Infelizmente as heresias se multiplicam a olhos vistos neste tupiniquim país. Há pouco o Apóstolo Valdomiro Santiago da Igreja Mundial do Poder de Deus afirmou que Jesus não é Eterno e que foi criado por Deus. Por favor leia abaixo o que disse no site da sua Igreja:



"Muita gente pela tradição da religião, não entende a historia de Jesus. Alguns falam de natal, mas ninguém sabe o dia exato em que Jesus Cristo nasceu. Segundo que Jesus já existia muito antes de tudo. Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo. Mas ele não é sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo, não a partir de Maria, que foi obra do Espirito Santo para ser feito carne, antes ele já existia. “Façamos” é no plural, porque Jesus estava com Ele e a palavra que lemos confirma."

Caro leitor, a afirmação de que Jesus Cristo foi criado é uma heresia antiga denominada ARIANISMO.
Bom, o Arianismo vem de Arius, ou Ário, um professor do início do século 4 D.C. A pergunta que se fazia era a seguinte: Era Jesus verdadeiramente Deus em carne ou era Jesus um ser criado? Era Jesus Deus ou apenas como Deus? Ario defendia a ideia de que Jesus foi criado por Deus como o primeiro e mais importante ato da Criação. O Arianismo, então, é a crença de que Jesus era um ser criado com atributos divinos, mas não era divindade em si mesmo.
Ora, a história relata que a Igreja Cristã oficialmente denunciou o Arianismo como uma doutrina falsa. Desde então, o Arianismo nunca mais foi aceito como uma doutrina viável da fé Cristã. No entanto, o Arianismo nunca morreu, mas tem continuado pelos séculos de várias formas diferentes. As Testemunhas de Jeová de hoje defendem uma posição parecida com a dos arianos em relação à natureza de Cristo e agora para surpresa de alguns a Mundial do Poder de Deus.
Isto, posto, afirmo sem titubeios que da mesma forma que a igreja ao longo da história combateu heresias deste nipe, precisamos renegar em nossos dias ataques a divindade do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Pense nisso,

Renato Vargens

4 de jan. de 2012


O Espírito Santo

O Espírito do Senhor, que é a virtude do Céu, qual imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando, espalham-se por toda a superfície da Terra e, semelhantes a estrelas cadentes, vêm iluminar os caminhos e abrir os olhos aos cegos. Eu vos digo, em verdade, que esta chegando o tempo em que.... todas as coisas hão de ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido, para dissipar as trevas, para confundir os orgulhosos e glorificar os fieis e justos. A grande voz do Céu ressoará como sons de trombetas, e os cânticos dos anjos se lhes associarão. A nós homens, somos convidados para o divino concerto. Tomai, pois da lira, fazei uníssonas vossas vozes, e que, num hino sagrado, elas se estendam e repercutam de um extremo a outro do Universo. Homens, irmãos a quem amamos, aqui estamos junto de vós. Amai-vos, também, uns aos outros e dizei do fundo do coração, fazendo as vontades do Pai, que está no Céu: Senhor! Senhor!... e podereis entrar com Ele.....o Cordeiro Santo, no reino dos Céus..........

“Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém”.

Pr. Jorge Rodrigues

23 de dez. de 2011

Evangelho e política combinam?

E, dizendo-o a Jotão, foi este, e pôs-se no cume do monte de Gerizim, e levantou a sua voz, e clamou, e disse-lhes: Ouvi-me a mim, cidadãos de Siquém, e Deus vos ouvirá a vós.
Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.
Porém a oliveira lhes disse: Deixaria eu a minha gordura, que Deus e os homens em mim prezam, e iria a labutar sobre as árvores?
Então, disseram as árvores à figueira: Vem tu e reina sobre nós.
Porém a figueira lhes disse: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto e iria labutar sobre as árvores?
Então, disseram as árvores à videira: Vem tu e reina sobre nós.
Porém a videira lhes disse: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, e iria labutar sobre as árvores?
Então, todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu e reina sobre nós.
E disse o espinheiro às árvores: Se, na verdade, me ungis rei sobre vós, vinde e confiai-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia fogo do espinheiro que consuma os cedros do Líbano.

Agora, pois, se é que em verdade e sinceridade procedestes, fazendo rei a Abimeleque, e se bem fizestes para com Jerubaal e para com a sua casa e se com ele usastes conforme o merecimento das suas mãos. Jz 9:7,16.
Quando conheci o evangelho, tudo que havia no mundo era pecado e proibido, tudo era do diabo e nós cristãos não podíamos fazer quase nada, foi difícil para eu aceitar o evangelho por todas estas coisas. Meu pastor em épocas de eleição incentivava aos irmãos a não votar ou votar em qualquer um, isto quando ele falava. Não se tinha dentro das igrejas uma consciência politizada porque  tudo era demoníaco. O tempo foi passando e as mentes dos líderes foram se abrindo (como muita dificuldade), mas a resistência ainda é grande. Quando a igreja era multada os irmãos diziam que era o diabo se levantando contra Jesus, ai eram feitas correntes de orações, os irmãos jejuavam para que Deus repreendesse aquele demônio que tinha usado um fiscal para aplicar a multa, mas nada disso adiantava, tinha que se pagar a multa e ponto final, não havia um defensor da igreja. Nos dias de hoje ainda temos uma resistência de alguns poucos pastores, porque a liderança já se conscientizou que a política é mais um canal que Deus pode usar em favor do seu reino. Tenho falado muito de política nos últimos tempos porque precisamos ter representantes nossos ali para que leis que possam vir a denigrir o evangelho de Cristo não sejam votadas. Até mesmo os mais arcaicos hoje já se convenceram que a política é um instrumento de Deus para abençoar o povo Dele. Vemos hoje senadores, deputados, vereadores e até prefeitos que são evangélicos e foram colocados ali pelo povo da igreja que se uniu e votou neste, até então candidato ao cargo eletivo, e ele trabalha para o reino de Deus. Quando o inferno se levantou e fez com que uma deputada do PT fizesse uma proposta de lei que diminuía a atuação da igreja, retirava direitos dos cidadãos de bem e o transferia para os homossexuais, a bancada evangélica liderada por alguns pastores que também são deputados se levantou contra e conseguiu barrar este projeto de lei intitulado PL 122/06. Ai não contente o governo federal na pessoa do ministro da justiça na época, criou uma coisa um pouco pior que é PNDH3 (Plano Nacional de Direitos Humanos 3) que em um de seus artigos fala sobre a igreja, dizendo que não se pode mais (a partir da promulgação deste projeto) se fazer pregações em praças públicas, que as igrejas tem de fazer sua liturgia de portas fechadas para não incomodar outras pessoas, que deve haver um controle sobre o que é arrecadado dentro das igrejas para se evitar evasão de divisas, entre outros. Irmãos, isto sim é do diabo e deve ser combatido, além de orar, o cristão tem de colocar nas casas parlamentares, nas prefeituras, nos governos em todas as esferas, pessoas comprometidas com as coisas de Deus para que se evite abusos, não queremos mais direitos que outras pessoas, só queremos ter o direito de poder pregar a palavra do Senhor com liberdade. O Brasil hoje esta sendo dirigido por pessoas que não tem compromisso com as coisas do evangelho, estamos sendo dirigidos pelo diabo, estamos sendo reinados pelo espinheiro e temos que rastejar e nos humilhar para fazer qualquer coisa, qualquer concentração que quisermos fazer em um local público somos obrigados a fazer muito mais do que outros grupos precisam, as exigências para nós evangélicos são maiores do que por exemplo; para um cantor mundano. Tudo para nós é mais difícil, é mais rigoroso e mais demorado, assim como cada classe social tenha o direito de poder expressar seus pensamentos, tenho sempre em mente às palavras do pastor Martin Luther King que dizia; o pior não é o alarido dos maus, mas o silêncio dos bons. A partir do momento em nos calarmos, estaremos deixando que outros falem em nosso lugar, ou falem por nós.

Que a graça e a paz do Senhor Jesus Cristo esteja em sua vida por todos os dias.

Pr. Jorge Rodrigues

19 de dez. de 2011

Os novos centros da Fé

Jesus Cristo disse aos apóstolos, segundo o Evangelho de Mateus: “...E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. Inspirados nessa passagem da Bíblia, há 1.600 anos os cristãos começaram a erguer templos para louvar a Deus. No começo, eram simples e pequenos; no Renascimento, esculturas e pinturas de mestres como Michelangelo e Ticiano fizeram das igrejas palcos da grandiosidade do talento do homem; no século XX, os templos católicos perderam esses adereços litúrgicos e parte relevante de sua frequência. Agora, na primeira década do século XXI, as igrejas de todas as denominações cresceram.
Ganharam capacidade de reunir, de uma única vez, dezenas de milhares de fiéis – a despeito de inovações como a televisão, o rádio e a internet, que tornaram os líderes das igrejas famosos e inventaram o exercício remoto e quase impessoal da fé.
Ao custo de centenas de milhões de reais, os megatemplos se multiplicam nas grandes cidades brasileiras e atraem multidões antes vistas apenas em shows e jogos de futebol. Como exibição de fé, são verdadeiros monumentos a atestar o vigor do cristianismo brasileiro. Do ponto de vista social, testemunham o enorme desejo de participar que anima as multidões de fiéis.
Se Deus está presente onde duas ou três pessoas se reúnem em nome Dele, como diz a Bíblia, os fiéis imaginam que sua presença será ainda mais intensa quando se reúnem 30 mil, 50 mil, 150 mil pessoas.
Megatemplos são construídos em todo o país e por várias religiões: a Igreja Católica inaugurará em 2012 o Santuário Mãe de Deus, para 100 mil pessoas, em São Paulo. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Catedral Cristo Rei vai abrigar até 25 mil pessoas quando for consagrada, em três anos. Entre os evangélicos, várias denominações prometem inaugurar suas megaconstruções. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, a Igreja Mundial do Poder de Deus planeja construir a Cidade de Deus, para 150 mil pessoas.
No Recife, a Assembleia de Deus conclui o projeto de um templo para 30 mil pessoas. Em Belo Horizonte, a Igreja Batista de Lagoinha planeja acolher num mesmo teto 35 mil pessoas. “Os brasileiros têm necessidade de grandes basílicas e catedrais, de lugares grandes para congregar e orar”, diz o padre Marcelo Rossi, criador do Santuário Mãe de Deus.
O fenômeno é mundial e multirreligioso. Estados Unidos, Coreia do Sul e Guatemala têm grandes templos. Na Nigéria, a Winners Chapel (Capela dos Vencedores) acolhe 250 mil fiéis.
No islamismo, a ideia de que a multidão amplifica a experiência religiosa é antiga. “Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior do que a oração individual”, afirma o xeque Jihad Hassan, presidente do Conselho de Ética da União Nacional Islâmica, em São Paulo. Por isso, as principais mesquitas do mundo árabe, em Meca e Medina, estão frequentemente em obras de ampliação.
A Mesquita do Profeta, em Medina, na Arábia Saudita, foi aberta no ano 622 com capacidade para centenas de fiéis – adequada à população da cidade, que girava em torno de 2 mil pessoas. Hoje, Medina tem uma população de quase 2 milhões de pessoas, e a mesquita pode abrigar 1 milhão de fiéis.
No mundo cristão, o fenômeno dos templos multitudinários teve início na década de 1970, como reflexo da popularização das igrejas evangélicas. No Brasil, começou nos anos 1980, quando as igrejas evangélicas passaram a comprar grandes salas de cinema abandonadas, com capacidade para até 2 mil pessoas. Dez anos depois, surgiram edifícios religiosos como a Catedral Mundial da Fé, sede da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio de Janeiro, que abriga 15 mil fiéis, sem contar no megatempo que a igreja esta construindo em São Paulo, O Templo de Salomão que deve abrigar 70 mil pessoas e ficará pronto em 2015, podendo virar até uma atração turística da cidade.
A Igreja Católica, representada por seu ramo carismático, reagiu – dentro de suas tradições arquitetônicas. “Um espaço que leve à reflexão não pode ser confundido com um auditório ou ginásio. Um local profano pode acomodar as pessoas, mas não ajuda na experiência religiosa”, diz o arquiteto Ruy Ohtake, autor do projeto do Santuário Mãe de Deus.
A construção do templo é financiada pelo padre Marcelo Rossi com o dinheiro de doações e da venda do CD e do livro Ágape (publicado pela Editora Globo), que, juntos, já venderam 9 milhões de exemplares.

Fonte: Revista Época

18 de dez. de 2011

Abaixo assinado que pede retratação de Jô Soares já contém 13 mil assinaturas

Um abaixo-assinado na internet
(http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N17128), com 13 mil assinaturas, pede que Jô Soares se desculpe por ter feito piada com a Bíblia no programa de 17 de novembro.
Na ocasião, foi exibido um documentário no qual um entrevistado disse que o grupo Novos Baianos utilizava as páginas da Bíblia para fazer cigarros de maconha. Jô comentou que a Bíblia tem “mil e uma utilidades”.
O pastor Renê de Araújo Terra Nova, do Ministério Internacional da Restauração, é o autor do abaixo-assinado. “Repudiamos as declarações apresentadas no Programa do Jô, veiculado no dia 17 de Novembro de 2011, sobre o fato de fumar maconha com as páginas da Bíblia”, diz o documento.
A Folha procurou a Globo: “Evidentemente, não foi um comentário ofensivo, mas é assustadora toda iniciativa contra a liberdade de expressão”, disse a assessoria da emissora.

Fonte: Folha de São Paulo

14 de dez. de 2011

Nepotismo pastoral, indescência eclesiástica

Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos. Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes, mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público. Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido. Prática tão nefasta no serviço público que vem ganhando contornos de espiritualidade no meio cristão. Observo cada vez mais pastores praticando o nepotismo descaradamente. Fazem do ministério um meio de empregar seus filhos e parentes mais próximos. Vejo que o ministério pastoral virou um meio não um ideal de vida. Para tentar ter domínio sobre uma igreja consagra-se grande número de parentes e sem o menor constrangimento. Filhos de pastores que nunca souberam o que é trabalhar por uma hora sequer são consagrados a pastores para suceder seus pais quando estes deixarem o ministério. Muitas vezes filhos de pastores que possuem um passado conturbado, profano que precisa ser escondido de qualquer maneira, assumem púlpitos com ares de santidade e vasto conhecimento. Assumem igrejas de portes razoáveis e dizem que Deus os chamou para o ministério. Irmãos, sobrinhos, genros e o que mais aparecer assumem a liderança da obra de Deus sem ao menos terem sido provados pela vida, igreja e por Deus. Se as igrejas fossem consultadas sobre tais consagrações nunca teriam aprovado tais atos. Muitos consagram seus filhos e parentes ao ministério pastoral como se fosse um negócio que passasse de pai para filho. Tratam a sucessão pastoral como se fosse coisa hereditária. Isso não é dinastia onde os sucessores pertencem à mesma família. Tenho visto pastores chegando ao fim de suas vidas como Eli chegou ao fim da sua. Filhos que levam o povo de Deus ao erro e ao escândalo são alçados às lideranças e os pais com medo de submeterem a Deus a sucessão pastoral, usam do poder que lhes foi conferido para calar a voz da comunidade e da Bíblia. Sujeitam o povo de Deus a lideranças descaracterizadas e rudes e se esquecem que o Senhor é o Sumo Pastor. Não sou contra filho de pastor receber chamado ministerial. Sou contra essa tendência pernóstica que infiltrou no seio da igreja. Tal filho tendo um chamado ministerial que curse uma universidade, depois faça um mestrado e em seguida uma boa faculdade teológica. Que preencha os requisitos de I Timóteo e Tito, que não seja neófito, quem goze de bom testemunho dos de fora e a igreja local, em sua maioria, reconheça tal chamado. Anos atrás encontrei um pastor que havia cursado comigo o mesmo seminário. Ele me disse que havia insistido com seu filho para estudar e trabalhar, mas que o rapaz se recusava. Como última alternativa ele disse para o rapaz: “então vá ser pastor”. Logo em seguida me perguntou o que eu achava disso. Eu lhe respondi do jeito que a coisa veio: “Seu filho é tão desqualificado quanto você. Tal pai tal filho”. Virou mania no meio evangélico pastores dizer que existe uma unção especial sobre filhos de pastor. Outro dia, em uma reunião da ordem de pastores que freqüento, um pastor disse que Deus lhe havia dado uma revelação que todo filho de pastor era pastor. Nunca ouvi tal atrocidade como aquela. Revelações esdrúxulas e carnais como estas somente atrapalham o meio cristão. Tais revelações passam por cima da Revelação da Palavra. Filho de pastor que não for alcançado pela graça de Deus perecerá como perece o ímpio. Alguém já disse no passado: “Deus não tem netos, somente filhos”. Mas que o Senhor se apiede de nós pastores e nos dê a graça de conduzir nossos filhos ao pleno conhecimento de Cristo. Que a igreja possa se submeter ao soberano Senhor e aceitar suas decisões. Que nós pastores sejamos mais fieis no trato das coisas de Deus. Em Cristo que não faz acepção de pessoas.

Soli Deo Glória

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

23 de nov. de 2011

DEUS NÃO ERRA

Em um tempo distante havia um rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha um servo que em todas as sitações lhe dizia: meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é bom e perfeito. Ele não erra!
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei, o servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da direita.
Furioso pela perda do dedo e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse:
seu Deus é bom? Se fosse bom mesmo eu não teria sido atacado por esta fera e não teria perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu: meu rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; Ele sabe de todas as coisas e o porquê tudo isto aconteceu. O que Deus faz é perfeito. ELE NUNCA ERRA!
Indignado com a resposta do seu servo, o rei mandou prende-lô.
Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos. Já no altar, pronto para ser sacrificado, os selvagens perceberam que o sacrifício era defeituoso, lhe faltava um dedo, por este motivo o soltaram de volta na floresta.
Ao voltar para o palácio, o rei mandou que libertassem o servo e o trouxessem a sua presença, o monarca o recebeu afetuosamente. Meu caro, Deus realmente foi bom para comigo, eu escapei de ser sacrificado por selvagens, justamente por não ter um dos dedos da minha mão! Mas eu tenho uma dúvida: se Deus é tão bom, por que permitiu que você, um servo fiel, fosse preso?
Meu rei, se eu estivesse com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois eu não tenho defeito algum. Por isso lembre-se: tudo que Deus faz é perfeito. ELE NUNCA ERRA! Muitas vezes nós nos queixamos da vida e do que Deus tem nos dado ou até por aquilo que não nos deu, aparentemente tudo aquilo que acontece parece ruim, esquecemos de que nada acontece por acaso e que tudo tem um propósito definido.
Todas as manhãs Deus oferece o seu dia para nós e nós também devemos oferecer a nossa gratidão por Ele nos manter vivos, peça para inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos apaziguar os seus pensamentos e nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!!

6 de out. de 2011

Escolhi (não) esperar: jovens cristãos fazem cada vez mais sexo

Quem ama espera, certo? Ao que parece, isso nem sempre é verdade. A edição de outubro-novembro da revista evangélica Relevant afirma que cristãos norte-americanos solteiros fazem sexo antes do casamento quase com a mesma frequência que os não-cristãos.
O artigo, que tem como manchete a frase “(Quase) Todo mundo já está fazendo”, citou vários estudos que analisam a atividade sexual dos jovens evangélicos. Uma das maiores surpresas foi um estudo de dezembro 2009, realizado pela Campanha Nacional de Prevenção à Gravidez adolescente e não planejada, que incluía informações sobre a atividade sexual.
Mesmo que o estudo não tenha como foco a questão religiosa dos entrevistados, algumas análises adicionais sobre a atividade sexual e a identificação religiosa chamam a atenção. Por exemplo: 80% dos solteiros evangélicos entre 18 e 29 anos afirmaram que já tiveram relações sexuais. Quase o mesmo percentual que os 88% de solteiros adultos não evangélicos, segundo a organização de prevenção à gravidez adolescente.
O artigo destaca os desafios que enfrentam os movimentos de abstinência como o “Quem ama, espera” que alguns anos atrás ficou famoso ao encorajar os adolescentes cristãos a usar “anéis de pureza” como sinal da promessa de se manter castos até o casamento.
No entanto, muitos destes jovens cristãos acabaram esquecendo de seus compromissos de pureza, afirma o artigo da Relevant. Seu autor, Tyler Charles conversou com pessoas como “Mary”, uma evangélica que afirmava realmente desejar esperar até o casamento para ter relações sexuais. Mas ela começou a se envolver sexualmente com seu namorado durante a faculdade, com quase 20 anos, porque sabia que quase todo mundo, inclusive a maioria de seus amigos cristãos, tinha uma vida sexual ativa.
Ela afirma: “Parecia que todos que eu conhecia, os mais velhos e os mais jovens já tinham transado. Na verdade, esperei até mais tempo que a maioria das pessoas que conhecia, incluindo minhas duas irmãs, pois somos todos cristãos e viemos de um bom lar evangélico”.
A revista ainda teoriza sobre por que é tão difícil para muitos jovens cristãos esperarem. Possíveis respostas incluem a saturação do sexo na cultura popular, a prevalência da pornografia e a popular filosofia de vida “faça tudo o que lhe fizer bem”.
A Relevant levanta ainda algo que raramente vem à tona nas discussões sobre os movimento de abstinência: nos tempos bíblicos, as pessoas se casavam antes. A média de idade para o casamento hoje é muito alta. Não é difícil encontrar um cristão solteiro na casa dos 30 ou até dos 40 anos.
Co-autor de “O Credo de Jesus”, Scott McKnight reconhece que jovens cristãos solteiros enfrentam tentações que as pessoas que viveram nos tempos bíblicos não conheceram. Ele explica: “Sociologicamente falando, a grande diferença – ela é monstruosa – entre o ensino bíblico e a nossa cultura é que os casamentos eram arranjados quando as pessoas eram muito jovens. Se você se casar quando tiver 13 anos não precisará passar por 15 anos de tentação”.
Fonte: PavaBlog
Via: 6R.com.br

Vencer as lutas da vida

Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração. Rm12:12.
Muitas vezes perdemos a batalha contra a persistência porque cremos que precisamos vencer o primeiro embate. Mas a luta não acaba na primeira derrota, nem na segunda, nem na terceira... Ela só terminará quando experimentarmos a vitória! Não podemos desistir na primeira queda, nem na primeira frustração, nem na primeira decepção. Precisamos nos levantar, nos encher de esperança e coragem, de otimismo e fé. Mesmo que a tempestade nos apresente muitos dias de raios e trovoadas, devemos confiar que, mais adiante, o sol estará novamente brilhando.
Cada corrida rumo a uma conquista nos fortalece e edifica. Nossos músculos espirituais irão adquirir resistência, nossa confiança se renovará nosso relacionamento com Deus se tornará mais íntimo, o júbilo de nossos corações aumentará mais e mais. Cada percurso dessas corridas é diferente um do outro. Alguns são simples, outros sinuosos, uns são curtos, outros longos, em alguns temos companhia, em outros seguimos sozinhos.
Porém, em todos eles podemos contar com a ajuda do Senhor. Ele estará ao nosso lado para nos amparar nas quedas, para nos consolar nas frustrações, para nos estimular em momentos de desânimo, para nos encorajar quando a angústia nos deixar abatidos, para aplaudir e nos abraçar quando cruzarmos a linha da vitória final.
Se você se encontra desconsolado por perder uma corrida, ou duas, anime-se! Continue mais. Você é mais do que vencedor e com certeza o Senhor Jesus esteja apenas esperando que sua vida se torne forte o suficiente para vencer a maior de todas as corridas.
Se Ele pretende lhe dar uma grande vitória, primeiro lhe preparará para isso. Ele sempre exige mais daqueles a quem deseja abençoar muito. Certamente você é uma dessas pessoas de quem Ele espera grandes coisas. Persevere... Sua vitória será grandiosa!

A paz de Cristo!

Pr. Jorge Rodrigues