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23 de dez de 2011

Evangelho e política combinam?

E, dizendo-o a Jotão, foi este, e pôs-se no cume do monte de Gerizim, e levantou a sua voz, e clamou, e disse-lhes: Ouvi-me a mim, cidadãos de Siquém, e Deus vos ouvirá a vós.
Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.
Porém a oliveira lhes disse: Deixaria eu a minha gordura, que Deus e os homens em mim prezam, e iria a labutar sobre as árvores?
Então, disseram as árvores à figueira: Vem tu e reina sobre nós.
Porém a figueira lhes disse: Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto e iria labutar sobre as árvores?
Então, disseram as árvores à videira: Vem tu e reina sobre nós.
Porém a videira lhes disse: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, e iria labutar sobre as árvores?
Então, todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem tu e reina sobre nós.
E disse o espinheiro às árvores: Se, na verdade, me ungis rei sobre vós, vinde e confiai-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia fogo do espinheiro que consuma os cedros do Líbano.

Agora, pois, se é que em verdade e sinceridade procedestes, fazendo rei a Abimeleque, e se bem fizestes para com Jerubaal e para com a sua casa e se com ele usastes conforme o merecimento das suas mãos. Jz 9:7,16.
Quando conheci o evangelho, tudo que havia no mundo era pecado e proibido, tudo era do diabo e nós cristãos não podíamos fazer quase nada, foi difícil para eu aceitar o evangelho por todas estas coisas. Meu pastor em épocas de eleição incentivava aos irmãos a não votar ou votar em qualquer um, isto quando ele falava. Não se tinha dentro das igrejas uma consciência politizada porque  tudo era demoníaco. O tempo foi passando e as mentes dos líderes foram se abrindo (como muita dificuldade), mas a resistência ainda é grande. Quando a igreja era multada os irmãos diziam que era o diabo se levantando contra Jesus, ai eram feitas correntes de orações, os irmãos jejuavam para que Deus repreendesse aquele demônio que tinha usado um fiscal para aplicar a multa, mas nada disso adiantava, tinha que se pagar a multa e ponto final, não havia um defensor da igreja. Nos dias de hoje ainda temos uma resistência de alguns poucos pastores, porque a liderança já se conscientizou que a política é mais um canal que Deus pode usar em favor do seu reino. Tenho falado muito de política nos últimos tempos porque precisamos ter representantes nossos ali para que leis que possam vir a denigrir o evangelho de Cristo não sejam votadas. Até mesmo os mais arcaicos hoje já se convenceram que a política é um instrumento de Deus para abençoar o povo Dele. Vemos hoje senadores, deputados, vereadores e até prefeitos que são evangélicos e foram colocados ali pelo povo da igreja que se uniu e votou neste, até então candidato ao cargo eletivo, e ele trabalha para o reino de Deus. Quando o inferno se levantou e fez com que uma deputada do PT fizesse uma proposta de lei que diminuía a atuação da igreja, retirava direitos dos cidadãos de bem e o transferia para os homossexuais, a bancada evangélica liderada por alguns pastores que também são deputados se levantou contra e conseguiu barrar este projeto de lei intitulado PL 122/06. Ai não contente o governo federal na pessoa do ministro da justiça na época, criou uma coisa um pouco pior que é PNDH3 (Plano Nacional de Direitos Humanos 3) que em um de seus artigos fala sobre a igreja, dizendo que não se pode mais (a partir da promulgação deste projeto) se fazer pregações em praças públicas, que as igrejas tem de fazer sua liturgia de portas fechadas para não incomodar outras pessoas, que deve haver um controle sobre o que é arrecadado dentro das igrejas para se evitar evasão de divisas, entre outros. Irmãos, isto sim é do diabo e deve ser combatido, além de orar, o cristão tem de colocar nas casas parlamentares, nas prefeituras, nos governos em todas as esferas, pessoas comprometidas com as coisas de Deus para que se evite abusos, não queremos mais direitos que outras pessoas, só queremos ter o direito de poder pregar a palavra do Senhor com liberdade. O Brasil hoje esta sendo dirigido por pessoas que não tem compromisso com as coisas do evangelho, estamos sendo dirigidos pelo diabo, estamos sendo reinados pelo espinheiro e temos que rastejar e nos humilhar para fazer qualquer coisa, qualquer concentração que quisermos fazer em um local público somos obrigados a fazer muito mais do que outros grupos precisam, as exigências para nós evangélicos são maiores do que por exemplo; para um cantor mundano. Tudo para nós é mais difícil, é mais rigoroso e mais demorado, assim como cada classe social tenha o direito de poder expressar seus pensamentos, tenho sempre em mente às palavras do pastor Martin Luther King que dizia; o pior não é o alarido dos maus, mas o silêncio dos bons. A partir do momento em nos calarmos, estaremos deixando que outros falem em nosso lugar, ou falem por nós.

Que a graça e a paz do Senhor Jesus Cristo esteja em sua vida por todos os dias.

Pr. Jorge Rodrigues

19 de dez de 2011

Os novos centros da Fé

Jesus Cristo disse aos apóstolos, segundo o Evangelho de Mateus: “...E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. Inspirados nessa passagem da Bíblia, há 1.600 anos os cristãos começaram a erguer templos para louvar a Deus. No começo, eram simples e pequenos; no Renascimento, esculturas e pinturas de mestres como Michelangelo e Ticiano fizeram das igrejas palcos da grandiosidade do talento do homem; no século XX, os templos católicos perderam esses adereços litúrgicos e parte relevante de sua frequência. Agora, na primeira década do século XXI, as igrejas de todas as denominações cresceram.
Ganharam capacidade de reunir, de uma única vez, dezenas de milhares de fiéis – a despeito de inovações como a televisão, o rádio e a internet, que tornaram os líderes das igrejas famosos e inventaram o exercício remoto e quase impessoal da fé.
Ao custo de centenas de milhões de reais, os megatemplos se multiplicam nas grandes cidades brasileiras e atraem multidões antes vistas apenas em shows e jogos de futebol. Como exibição de fé, são verdadeiros monumentos a atestar o vigor do cristianismo brasileiro. Do ponto de vista social, testemunham o enorme desejo de participar que anima as multidões de fiéis.
Se Deus está presente onde duas ou três pessoas se reúnem em nome Dele, como diz a Bíblia, os fiéis imaginam que sua presença será ainda mais intensa quando se reúnem 30 mil, 50 mil, 150 mil pessoas.
Megatemplos são construídos em todo o país e por várias religiões: a Igreja Católica inaugurará em 2012 o Santuário Mãe de Deus, para 100 mil pessoas, em São Paulo. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Catedral Cristo Rei vai abrigar até 25 mil pessoas quando for consagrada, em três anos. Entre os evangélicos, várias denominações prometem inaugurar suas megaconstruções. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, a Igreja Mundial do Poder de Deus planeja construir a Cidade de Deus, para 150 mil pessoas.
No Recife, a Assembleia de Deus conclui o projeto de um templo para 30 mil pessoas. Em Belo Horizonte, a Igreja Batista de Lagoinha planeja acolher num mesmo teto 35 mil pessoas. “Os brasileiros têm necessidade de grandes basílicas e catedrais, de lugares grandes para congregar e orar”, diz o padre Marcelo Rossi, criador do Santuário Mãe de Deus.
O fenômeno é mundial e multirreligioso. Estados Unidos, Coreia do Sul e Guatemala têm grandes templos. Na Nigéria, a Winners Chapel (Capela dos Vencedores) acolhe 250 mil fiéis.
No islamismo, a ideia de que a multidão amplifica a experiência religiosa é antiga. “Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior do que a oração individual”, afirma o xeque Jihad Hassan, presidente do Conselho de Ética da União Nacional Islâmica, em São Paulo. Por isso, as principais mesquitas do mundo árabe, em Meca e Medina, estão frequentemente em obras de ampliação.
A Mesquita do Profeta, em Medina, na Arábia Saudita, foi aberta no ano 622 com capacidade para centenas de fiéis – adequada à população da cidade, que girava em torno de 2 mil pessoas. Hoje, Medina tem uma população de quase 2 milhões de pessoas, e a mesquita pode abrigar 1 milhão de fiéis.
No mundo cristão, o fenômeno dos templos multitudinários teve início na década de 1970, como reflexo da popularização das igrejas evangélicas. No Brasil, começou nos anos 1980, quando as igrejas evangélicas passaram a comprar grandes salas de cinema abandonadas, com capacidade para até 2 mil pessoas. Dez anos depois, surgiram edifícios religiosos como a Catedral Mundial da Fé, sede da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio de Janeiro, que abriga 15 mil fiéis, sem contar no megatempo que a igreja esta construindo em São Paulo, O Templo de Salomão que deve abrigar 70 mil pessoas e ficará pronto em 2015, podendo virar até uma atração turística da cidade.
A Igreja Católica, representada por seu ramo carismático, reagiu – dentro de suas tradições arquitetônicas. “Um espaço que leve à reflexão não pode ser confundido com um auditório ou ginásio. Um local profano pode acomodar as pessoas, mas não ajuda na experiência religiosa”, diz o arquiteto Ruy Ohtake, autor do projeto do Santuário Mãe de Deus.
A construção do templo é financiada pelo padre Marcelo Rossi com o dinheiro de doações e da venda do CD e do livro Ágape (publicado pela Editora Globo), que, juntos, já venderam 9 milhões de exemplares.

Fonte: Revista Época

18 de dez de 2011

Abaixo assinado que pede retratação de Jô Soares já contém 13 mil assinaturas

Um abaixo-assinado na internet
(http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N17128), com 13 mil assinaturas, pede que Jô Soares se desculpe por ter feito piada com a Bíblia no programa de 17 de novembro.
Na ocasião, foi exibido um documentário no qual um entrevistado disse que o grupo Novos Baianos utilizava as páginas da Bíblia para fazer cigarros de maconha. Jô comentou que a Bíblia tem “mil e uma utilidades”.
O pastor Renê de Araújo Terra Nova, do Ministério Internacional da Restauração, é o autor do abaixo-assinado. “Repudiamos as declarações apresentadas no Programa do Jô, veiculado no dia 17 de Novembro de 2011, sobre o fato de fumar maconha com as páginas da Bíblia”, diz o documento.
A Folha procurou a Globo: “Evidentemente, não foi um comentário ofensivo, mas é assustadora toda iniciativa contra a liberdade de expressão”, disse a assessoria da emissora.

Fonte: Folha de São Paulo

14 de dez de 2011

Nepotismo pastoral, indescência eclesiástica

Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos. Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes, mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público. Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido. Prática tão nefasta no serviço público que vem ganhando contornos de espiritualidade no meio cristão. Observo cada vez mais pastores praticando o nepotismo descaradamente. Fazem do ministério um meio de empregar seus filhos e parentes mais próximos. Vejo que o ministério pastoral virou um meio não um ideal de vida. Para tentar ter domínio sobre uma igreja consagra-se grande número de parentes e sem o menor constrangimento. Filhos de pastores que nunca souberam o que é trabalhar por uma hora sequer são consagrados a pastores para suceder seus pais quando estes deixarem o ministério. Muitas vezes filhos de pastores que possuem um passado conturbado, profano que precisa ser escondido de qualquer maneira, assumem púlpitos com ares de santidade e vasto conhecimento. Assumem igrejas de portes razoáveis e dizem que Deus os chamou para o ministério. Irmãos, sobrinhos, genros e o que mais aparecer assumem a liderança da obra de Deus sem ao menos terem sido provados pela vida, igreja e por Deus. Se as igrejas fossem consultadas sobre tais consagrações nunca teriam aprovado tais atos. Muitos consagram seus filhos e parentes ao ministério pastoral como se fosse um negócio que passasse de pai para filho. Tratam a sucessão pastoral como se fosse coisa hereditária. Isso não é dinastia onde os sucessores pertencem à mesma família. Tenho visto pastores chegando ao fim de suas vidas como Eli chegou ao fim da sua. Filhos que levam o povo de Deus ao erro e ao escândalo são alçados às lideranças e os pais com medo de submeterem a Deus a sucessão pastoral, usam do poder que lhes foi conferido para calar a voz da comunidade e da Bíblia. Sujeitam o povo de Deus a lideranças descaracterizadas e rudes e se esquecem que o Senhor é o Sumo Pastor. Não sou contra filho de pastor receber chamado ministerial. Sou contra essa tendência pernóstica que infiltrou no seio da igreja. Tal filho tendo um chamado ministerial que curse uma universidade, depois faça um mestrado e em seguida uma boa faculdade teológica. Que preencha os requisitos de I Timóteo e Tito, que não seja neófito, quem goze de bom testemunho dos de fora e a igreja local, em sua maioria, reconheça tal chamado. Anos atrás encontrei um pastor que havia cursado comigo o mesmo seminário. Ele me disse que havia insistido com seu filho para estudar e trabalhar, mas que o rapaz se recusava. Como última alternativa ele disse para o rapaz: “então vá ser pastor”. Logo em seguida me perguntou o que eu achava disso. Eu lhe respondi do jeito que a coisa veio: “Seu filho é tão desqualificado quanto você. Tal pai tal filho”. Virou mania no meio evangélico pastores dizer que existe uma unção especial sobre filhos de pastor. Outro dia, em uma reunião da ordem de pastores que freqüento, um pastor disse que Deus lhe havia dado uma revelação que todo filho de pastor era pastor. Nunca ouvi tal atrocidade como aquela. Revelações esdrúxulas e carnais como estas somente atrapalham o meio cristão. Tais revelações passam por cima da Revelação da Palavra. Filho de pastor que não for alcançado pela graça de Deus perecerá como perece o ímpio. Alguém já disse no passado: “Deus não tem netos, somente filhos”. Mas que o Senhor se apiede de nós pastores e nos dê a graça de conduzir nossos filhos ao pleno conhecimento de Cristo. Que a igreja possa se submeter ao soberano Senhor e aceitar suas decisões. Que nós pastores sejamos mais fieis no trato das coisas de Deus. Em Cristo que não faz acepção de pessoas.

Soli Deo Glória

Pr. Luiz Fernando R. de Souza